
Quinta-feira, Dezembro 29, 2005
Quase no fim desse ano esquisito e confuso. Ainda bem.
Que dois mil e seis venha cheio de boas energias para nós todos.
Gosto desses dias de fechamendo de uma etapa. Lembra-me renovação. Como se eu morresse todos os finaizinhos de ano e voltasse depois...
Voltasse assim: mais bonita, mais aberta, mais em paz.
Sensação ilusória ou não, faz bem começar o ano assim.
Gosto de inicios, de mudanças e recomeços.
Eu me pinto, me desfaço e me refaço. Sempre assim. Mudo bruscamente, saio pro mundo e depois me escondo numa redoma. Porque o mundo é belo, mas eu ainda tenho muito medo. Medo dos meus limites e do que desconheço. E um dia deixarei de temer? O quê?
Que venha o novo. Sempre e sempre. E traga junto a paz pro mundo.
Sábado, Dezembro 17, 2005
"Você me dói agudo e isso é grave,
Grave."
Seis de dezembro de dois mil e cinco. Camarote número oito. Paulinho Moska no palco. Poesia para todo lado.
"É assim que eu me despeço
Me disperso."
tudonovodenovo
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